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Escolta armada


O Brasil é o país campeão de roubo de cargas nas estradas. As cargas mais visadas pelos bandidos são bebidas, produtos eletro-eletrônicos, combustível, cigarro, medicamentos e grãos. Em todo o país, as transportadoras registraram, em 2004, perdas que ultrapassaram R$ 600 milhões, em mais de 10 mil ocorrências. Os números cada vez mais crescentes fizeram com que as empresas de transporte adotassem medidas de prevenção.

Uma das saídas encontradas pelas empresas do setor é a contratação do serviço de escolta armada, oferecido por algumas empresas de segurança privada.

O objetivo principal do serviço de escolta armada é garantir a entrega de carga e de valores, e a integridade das pessoas envolvidas nessa ação. Para executar esse serviço, as empresas de segurança privada devem pleitear autorização prévia junto a Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada, da Polícia Federal.

Para pleitear autorização a empresa deve estar autorizada a realizar o serviço de vigilância patrimonial, ou transporte de valores há pelo menos um ano, deve possui em seu quadro de funcionários pelo menos 08 (oito) vigilantes especialmente treinados para esta finalidade, e ainda disponibilizar no mínimo 02 (dois) veículos que atendam as exigências da legislação para exercer o serviço de escolta armada.


Segurança eletrônica


Uma das áreas que mais cresce no mercado da segurança é a eletrônica. Segundo dados anuais divulgados por associações e sindicatos do setor a média de crescimento tem se mantido na casa dos 20% ao ano. A quantidade de empresas que atuam no segmento da segurança eletrônica no Brasil está estimada em 1.500, sendo que só a cidade de São Paulo concentra cerca de 53% delas. Entre os sistemas mais procurados estão os Circuitos Fechados de TV (composto por câmeras de filmagem e central de monitoramento), sensores de presença, alarmes, sistemas biométrico, controladores de acesso, cercas elétricas, botões de pânico, câmeras de segurança e porteiros eletrônicos. O aumento na demanda, que se deve muito mais à elevação da sensação de insegurança nos últimos dez anos do que à conscientização sobre a importância da prevenção, repercutiu também no mercado de trabalho.

Tendo em vista a importância da atividade, tramitam em Brasília vários projetos para melhorar a profissionalização do setor. Em 2004 foi criado, em São Paulo, o Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Siese), o primeiro específico do setor e, que em breve, deverá contar com unidades em outros estados brasileiros.

O mercado de segurança eletrônica pode ser dividido em duas grandes áreas: a do mercado corporativo (formado por empresas e instituições financeiras) e a do varejo (voltado aos consumidores finais).

Com o novo conceito de sistemas automatizados de segurança, a eletrônica também passou a fazer parte dos novos projetos de edifícios e casas “inteligentes”, onde é possível controlar as mais diversas funções, como acendimento de luzes, câmeras, temperatura através do telefone celular, de um computador ou até mesmo de um simples palm. Fazem parte desses projetos de tecnologia avançada condomínios de luxo, shopping centers, hotéis, parques temáticos, entre outros empreendimentos.

A produção nacional de vários equipamentos de segurança eletrônica possibilitou também a redução dos custos desses sistemas, que passou a conquistar o mercado varejo. Esse novo mercado possibilitou várias mudanças no conceito da própria segurança, que antes era destinada apenas às classes de maior poder econômico.

A redução no valor do seguro para quem investe na prevenção também se mostra como um forte aliado à ampliação dos sistemas de segurança. Isso já pode ser observado nos seguros de automóveis, onde é oferecido desconto na apólice para o proprietário que utiliza sistemas de segurança no veículo.

Mesmo com todas as vantagens oferecidas com o uso da tecnologia para combater o crime, principalmente no setor privada, ao contrário do mercado norte-americano e europeu, onde há uma certa colaboração entre órgãos públicos e o setor privado, no Brasil ainda existe uma certa concorrência entre o monitoramento feito pela segurança privada e o trabalho policial. Mas essa concorrência tende a diminuir ou quem sabe até acabar nos próximos anos, pois já não são raros os casos onde a recuperação de um veículo, por exemplo, se deve principalmente à atuação do sistema de monitoramento realizado por em empresas de segurança.


Segurança patrimonial


A primeira estrutura de segurança privada que se tem notícias foi criada pelo escocês Allan Pinkerton em sociedade com o advogado Edward Rucker. Juntos desenvolveram a esquadra de polícia do noroeste, em Chicago (EUA), que viria a ser conhecida por Pinkerton National Detective Agency. Na época, essa estrutura de segurança teve forte atuação no combate a extorções no transporte sobre trilhos, mas ficou muito conhecida em 1860, quando passou a oferecer proteção ao presidente Abraham Lincoln. Esse é o registro histórico de formação da primeira empresa de segurança privada no mundo, a Pinkerton´s.

No Brasil, a segurança patrimonial privada surgiu na década de 60, em virtude do aumento de assaltos a instituições financeiras. O principal objetivo era proteger patrimônios, pessoas e realizar transporte de valores. No dia 20 de junho de 1983, a segurança privada ganhou regulamentação específica, com a criação da Lei 7.120, que teve a função de estabelecer normas para o funcionamento das empresas de segurança em todo o país.

Durante vários anos, o número de empresas atuantes no mercado de segurança ficou estável. Mas o aumento da violência, principalmente na década de 90, fez com que o setor sofresse uma de suas maiores altas. Muito mais devido ao medo de ser alvo dos criminosos, do que a consciência sobre a importância da prevenção na vida das pessoas. Na época, parte da população, que tinha condições de pagar, se viu obrigada a contar com algum tipo de proteção. Foi também neste período que o segmento da segurança eletrônica começou a ganhar espaço junto ao consumidor.

Atualmente, segundo dados da Federação Nacional de Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), existem 1.963 empresas de segurança privada no país. Elas são responsáveis por cerca de 540 mil postos de trabalho formais e diretos.


Segurança pessoal


A segurança pessoal, costumeiramente chamada de segurança VIP, é mais um serviço oferecido dentro do segmento da segurança privada e está sujeita às regras estabelecidas na Lei 7.102, a qual estabelece em seu artigo décimo que “são considerados como segurança privada as atividades desenvolvidas em prestação de serviços com a finalidade de proceder à vigilância patrimonial das instituições financeiras e de outros estabelecimentos, públicos ou privados, bem como a segurança de pessoas físicas”. Neste sentido, caberá ao segurança pessoal o ato de proteger uma pessoa ou grupo de pessoas de forma individualizada. Dentre os principais usuários deste tipo de serviço estão chefes de estado, artistas, banqueiros e empresários de grandes organizações.

Por ser uma atividade específica e sujeita a uma gama de situações diferentes das recorrentes na prestação de serviços de segurança, além do curso de formação, exigido pela Polícia Federal, o vigilante passa por treinamentos exclusivos para a proteção de pessoas. Uma vez que a segurança de cada indivíduo está diretamente relacionada ao grau de risco no qual está exposto.

A maioria das técnicas utilizadas visa à defesa pessoal e a utilização de arma de fogo é o último recurso utilizado na segurança pessoal, que tem como função retirar o protegido da área de risco. Por este motivo, a antecipação aos possíveis incidentes e agressores é fundamental neste tipo de atividade. Em razão dos altos índices de criminalidade e, principalmente, de seqüestros, a atividade de segurança pessoal cresce a cada ano no mercado brasileiro.


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